Entenda os graus de sujidade: áreas críticas, semicríticas e não críticas de um hospital

Sujidade

Você sabe o que é “sujidade” e como ela pode afetar os diferentes ambientes?

A sujidade nada mais é do que um resíduo físico, químico ou biológico que pode ser encontrado em qualquer superfície. Em ambientes, superfícies e roupas, as sujidades podem ocasionar diferentes efeitos, por isso, conhecer o tipo de sujidade e material com o qual se está lidando é essencial para determinar como deverá ser feita a limpeza e quais produtos devem ser utilizados no seu processo, afinal, quanto mais limpo o ambiente, menor o risco de contaminação para a saúde das pessoas.

No hospital, por exemplo, existem diversos tipos de sujidades que apresentam diferentes graus de risco para aqueles que entram em contato com elas. Doenças, tratamentos, cirurgias e hábitos de pacientes podem produzir diferentes tipos de resíduos que devem ser considerados com cuidado e atenção para que o tipo ideal de limpeza seja realizado.

A limpeza de hospitais deve então ser específica para cada tipo de sujidade, e pode utilizar agentes químicos, mecânicos ou térmicos. Sua função principal é garantir que ambientes, superfícies e os equipamentos utilizados em procedimentos de pacientes estejam sempre limpos e sem contaminação.

A fim de organizar o método de limpeza e selecionar os produtos que devem ser utilizados de forma mais eficiente, é necessário que seja feito uma classificação das áreas hospitalares através de critérios que levam em consideração os tipos de perigos apresentados pelo ambiente e as sujidades às quais ele está exposto.

Classificação das áreas hospitalares

Todos os hospitais tem três tipos de áreas: crítica, semicrítica e não crítica. Cada qual possui suas particularidades e representa diferentes níveis de risco. Portanto, a definição das áreas dos serviços de saúde foi feita considerando o risco potencial para a transmissão de infecções.

Áreas Críticas

São os ambientes onde existe risco aumentado de transmissão de infecção, onde se realizam procedimentos de risco, com ou sem pacientes, ou onde se encontram pacientes imunodeprimidos (ANIVSA, 2012)¹. Dessa maneira, os microrganismos presentes em sujidades nas superfícies desses locais podem ser disseminados entre pacientes.  

São exemplos de áreas consideradas críticas:

  • Unidades de terapia intensiva
  • Banco de sangue
  • Área sujas de lavanderia
  • Bloco cirúrgico
  • Unidades de hemodiálise
  • Unidade de queimados e unidade de isolamento
  • Central de material e esterilização
  • Área da lavanderia

Áreas Semicríticas

Nas áreas semicríticas ainda existe um risco de transmissão de doenças através de sujidades e microrganismos, mas em escala menor do que nas áreas críticas. Ainda assim, é necessário tomar todos os cuidados necessários a fim de evitar qualquer tipo de contaminação. Os pacientes de áreas semicríticas normalmente não possuem doenças contagiosas, mas precisam de cuidados especiais para não se contaminarem.

São exemplos de áreas consideradas semicríticas:

  • Enfermaria
  • Ambulatórios
  • Posto de enfermagem
  • Banheiros

Áreas Não Críticas

As áreas não críticas são aquelas não ocupadas por pacientes e assim, não apresentam riscos significantes de transmissão de doenças. São elas:

  • Administração
  • Almoxarifado
  • Áreas administrativas
  • Secretaria

Por fim, as áreas específicas ajudam a definir como deverá ser feita a limpeza e quais tipos de sujidade devem ser combatidas. Para escolher a solução ideal com o objetivo de eliminar sujidades e manter o ambiente mais seguro, é necessário levar em consideração diversos fatores como: a criticidade do ambiente em questão, profissionais dedicados e capacitados e  contar ainda com um parceiro que forneça os melhores produtos e serviços, como a 3Albe, que possui um catálogo completo de soluções, incluindo detergentes desinfetantes para superfícies, produtos para limpeza de instrumentais cirúrgicos e desinfetantes de alto nível!


Fontes:

Segurança do Paciente em Serviços de Saúde – Limpeza e Desinfecção de Superfícies – ANVISA, 2012. Disponível em: https://www.gruposentax.com.br/cartilhas/cartilha-seguranca-paciente-em-servicos-de-saude-limpeza-e-desinfeccao-de-supericies/

Manual de Limpeza e Desinfecção de Superfícies – NAVISA 2012.

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